terça-feira, setembro 22, 2009
TRUQUES NA COZINHA
Vulgar no dia a dia.
Mas nem todos usamos esta técnica
A partir daqui tenho a vida facilitada.
Ora vejam:
http://www.youtube.com/watch?v=bqR6ZhvGuA0
segunda-feira, agosto 31, 2009
quinta-feira, agosto 27, 2009
BOCAS FOLEIRAS E SEM NÍVEL DE CAROLINA PATROCÍNIO
Foto tirada da net
Polémica: Movimento apoia empregada de Patrocínio (Actualizada)
27-08-09
Se a excelente forma física e a simpatia da apresentadora lhe valem uma legião de admiradores, também a sua faceta mais mimada causou muita indignação a alguns dos seus fãs. É que Carolina Patrocínio, de 22 anos, mandatária da juventude do PS, anunciou numa entrevista ao programa ‘Episódio Especial’, da SIC, que não prescinde dos serviços da sua empregada para tarefas tão simples como comer fruta
"Odeio os caroços nas frutas. Só como cerejas quando a minha empregada tira os caroços por mim. Não como fruta se tiver de a descascar, nem como uvas com grainhas", confessou.
Indignadas com esta faceta de Carolina Patrocínio, várias pessoas aderiram a um grupo criado no site Facebook denominado ‘Libertem a Empregada da Carolina Patrocínio’.
Na descrição do grupo pode ler-se: "Obrigada a tirar grainhas às uvas e os caroços às cerejas de sol a sol, esta mulher sem nome fenece sob a desumanizante tortura de servir perversas sobremesas àquela que se ri do seu sofrimento e se alimenta das suas lágrimas".
O grupo cresce a todas as horas e já conta com mais de mil aderentes. Apesar do movimento ser meramente simbólico e ter como objectivo satirizar a postura da apresentadora, denuncia que ninguém ficou indiferente às suas palavras. Na mesma entrevista, Patrocínio fez outras revelações igualmente surpreendentes: "Sou uma pessoa competitiva. Odeio perder. Prefiro fazer batota a ter de perder", e ainda: "Gosto de dar nas vistas, de ser notada. Não gosto de passar despercebida".
O CM tentou obter algum comentário da apresentadora, mas Carolina preferiu remeter-se ao silêncio: "Estou de férias. Agradeço que não me incomodem". A empregada mantém-se no anonimato.
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Eu nem comento muito, pois a estupidez e o pedantismo de certas pessoas que se julgam reis do mundo lá porque nasceram em famílias endinheiradas, é tão grande que só me merece desprezo.
Mas cuidado menina Patrocínio:
Olhe que a sua empregada anda muito na rua, vai às compras, mexe em dinheiro ( e olhe que ele é a coisa mais porca que há no mundo).
Por isso , descascar ou descaroçar a fruta que a menina come, torna-se um grande perigo. Já pensou que se ela não lava bem as mãos a menina pode apanhar alguma doença?
E olhe que para tirar o caroço a uma cereja ela tem de lá meter muito os dedos e as unhas.Não acha que é uma porcaria levar à boca,logo de seguida, aquele bocadinho vermelho onde ela andou instantes antes a mexericar?
E já agora uma pergunta: Também é a sua empregada que lhe descasca a banana para a menina comer?
Por este andar, qualquer dia fica sem fruta: nem a UVA lhe resta.
quarta-feira, agosto 26, 2009
NOVAS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DA ESTRADA
E porque convém que todos saibamos delas, aqui vos as deixo para que possam ficar a par das mesmas.
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Esclarecimento da Ex-DGV:
Tendo em conta as disposições aplicáveis do Código da Estrada, na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei nº 44/2005, de 23 de Fevereiro, constantes dos artºs 13º, nº 1; 14º, nºs 1 a 3; 15º, nº 1; 16º, nº 1; 21º; 25º; 31º, nº 1, c) e 43º e as definições referidas no artº 1º do mesmo Código, na circulação em rotundas os condutores devem adoptar o seguinte comportamento:
1- O condutor que pretende tomar a primeira saída da rotunda deve:
- Ocupar, dentro da rotunda, a via da direita, sinalizando antecipadamente quando pretende sair.
- 2 - Se pretender tomar qualquer das outras saídas deve:
- Ocupar, dentro da rotunda, a via de trânsito mais adequada em função da saída que vai utilizar (2ª saída = 2ª via; 3ª saída= 3ª via);
- Aproximar-se progressivamente da via da direita;
- Fazer sinal para a direita depois de passar a saída imediatamente anterior à que pretende uitilizar;
- Mudar para a via de trânsito da direita antes da saída, sinalizando antecipadamente quando for sair.
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segunda-feira, agosto 24, 2009
ATENAS- ACRÓPOLE
Poderá parecer, através do que escrevi, que não gostei dos dias que lá passei.
Isso não corresponde de modo nenhum à realidade.
Mostrei-vos uma panorâmica geral daquele brutal e impressionante amontoado de edifícios que é Atenas.
E, claro que percorri os chamados locais turísticos da cidade sob um sol abrasador de 38º , acompanhada pela minha inseparável garrafa de 1.5l de água bem fresca.
Eu e a minha filha, até arranjamos uma máxima que dizia. "Há uma sombra?.... Ela é nossa !"
No hotel aconselharam-nos a ir à Acrópole logo de manhã, à hora da abertura.
É que, além de fugirmos um pouco (como se isso fosse possível) ao intenso calor ,ainda conseguíamos ver os monumentos sem visionarmos só pessoas e excursões em que o guia vai à frente de bandeirinha.
(bem...mas isto tem as suas vantagens.... senão vejamos: podemos ouvir o que o guia explica, de borla!).
(Aqui dou um conselho: não vão para a Acrópole com algo estilo havaianas, pois o pavimento é deveras escorregadio e exige calçado que não cause acidentes).
Falar deste local, estratègicamente situado no topo de um monte com cerca de 150 m de altura é quase desnecessário,devido ao elevado teor histórico que o mesmo encerra e o que representa para a história Grega.
Por isso, pouca conversa e algumas fotos.
quarta-feira, agosto 12, 2009
ATENAS- COMO EU A VI...
Os pontinhos são os painéis de energia solar que a maioria dos edifícios tem.
Parece-me ser identificativa do nível de poluição, que dá a impressão de tempo encoberto.
ATENAS
Mais que uma enorme e "monstruosa" cidade, ela é uma cidade que , ou se ama ou se odeia. Ao aterrarmos não fazemos ideia daquilo que vamos ver. Ou melhor, sabemos aquilo que conhecemos dos guias turísticos. Levamos na vontade uma visita aos locais históricos que estudamos.Queremos ver com os nossos próprios olhos todos aqueles monumentos, museus, descobertas arqueológicas que tão bem retratam a história da Grécia desde os tempos mais remotos até aos nossos dias. Imaginamos (eu imaginava) uma cidade bem diferente da que vamos encontrar.
Na bagagem vai a vontade de calcorrear ruas de uma grande cidade, em que, ao virar de cada esquina há algo de muito interessante que nos desperte a atenção.
Isto é uma tarefa complicada para quem escolhe o pino do Verão. Um calor sufocante, aliado a um dos maiores(senão mesmo o maior) nível de poluição atmosférica, dificultam bastante a realização do que nos propunhamos.
Mas, nada melhor que uma subida ao Monte Lykavittos para se ter a verdadeira percepção da extensão daquela cidade (embora nem tudo quanto se aviste seja a capital).
Esta subida foi coisa jeitosa....
Fomos de Metro até à estação mais próxima. Perguntamos qual o trajecto melhor. As opiniões dividiam-se:para uns era melhor o teleférico.Para outros ...havia uma escadaria até lá acima.
Fazia um calor abrasador (mesmo ao final da tarde). Opção 1 : teleférico.
Mas o que nos não disseram era que, bem perto do Metro , as ruas eram todas a subir e depois havia vários lances de uma enorme escadaria quase a pique. Subir....subir.... e por fim o procurado "objecto". Depois: preço único... Portanto, nem pensar em descer a escadaria a penantes . O custo é de ida e volta.
Vista lá de cima, a cidade é um colosso.
Tive a certeza que ela é desordenada, com um aspecto triste. Olhando com atenção para o cimo dos prédios tive a impressão que há falta de espaço, pois pareceu-me que, na maior parte deles, cada um dos moradores, ao precisar de mais espaço resolveu edificar uma casinha para as suas arrumações nos telhados do edifício.
As ruas parecem não obedecer a nenhum plano urbanístico.
Parece haver falta de espaços verdes.
Depois, foi uma sensação esquisita, numa cidade, ver tudo branco, desde as fachadas aos terraços. Senti-me triste.Desiludida. Não era aquela a visão que esperava encontrar daquela cidade.
Mas isto é o que vemos lá de cima.
Cá em baixo tudo é diferente.
Esquecemos o que aquela cidade nos aparentou ser para vermos e descobrirmos o que ela realmente é.
Tem muitos, mas mesmo muitos pontos de interesse.
Há muitos locais que merecem a nossa visita.
Por ali, o ar que se respira não é puro (também o não é em qualquer outra cidade), mas respira-se cultura em todos os locais, em todos os momentos.
É uma sensação estranha vermos ,frente aos nossos olhos muitas das coisas que estudamos .
De bem estar, pois é um grande prazer estar naqueles locais tão místicos, tão carregados de séculos de história.
Olhando para tudo aquilo, damos connosco a pensar como é que, em tempos ancestrais foi possível fazerem tudo aquilo, quais teriam sido os métodos usados na sua construção, como teria sido o transporte dos pesadíssimos materiais.
Isto tudo faz-nos pensar muito, bastante mesmo. Faz-nos recuar a tempos passados . Leva-nos a pensar se, perante toda aquela grandiosidade histórica , seríamos capazes de ajudar a produzir tais obras de arte. Muitas são tão perfeitas, tão sumptuosas que mesmo nos dias de hoje, com toda a maquinaria existente, não poderíamos fazer nada melhor nem mais perfeito e minucioso.
Há quem não esteja virado para este estilo de turismo. Pessoas há para quem férias são apenas sinónimo de praia.
E para justificar as minhas impressões, aqui deixo algumas "vistas" a partir do ponto mais alto da cidade de Atenas.
Outras "impressões" ficam para depois.
sábado, agosto 01, 2009
ATENAS- VISTA DO MONTE LYKAVITTOS
Filme feito a partir do Monte Lykavittos, ao final de uma ardente tarde na primeira quinzena de Julho.
sexta-feira, julho 31, 2009
terça-feira, julho 28, 2009
NAXOS
Mas, uma coisa não pode faltar: os santinhos da sua crença.
E na praia, ninguém deixa de se divertir à grande.
Mas, sem dúvida que uma das melhores (senão mesmo a melhor opção ) é o restaurante: LUCULLUS.
Foram 3 dias a descobrir mais alguns pontos de interesse naquela cidade e em Atenas.
Mas de Atenas nada escreverei. Não publicarei fotos.
Como quase ninguém comenta, parto do princípio que este é um assunto sem interesse para quem ainda por aqui passa.
Até Já!
quinta-feira, julho 23, 2009
AMORGOS
Mas viagem sem peripécias não é viagem.
Outras aconteceram, também dignas de registo, mas não vos quero incomodar com elas.
Fazem parte da nossa vivência.São coisas nossas. Se contarmos tudo, se mostrarmos as melhores fotos, nada de mais íntimo ficou para nós.
E esta viagem teve mesmo momentos muito nossos, que nos marcaram.
São coisas que nunca esqueceremos.
Foi a primeira viagem de 15 dias que fiz só com a minha filha.
Ela tem pavor a Agências de viagens, a excursões estilo "carreiro de formigas",em que todos vão para o mesmo sítio.
Ao sair de Portugal poucas certezas havia. Apenas os bilhetes de ida e volta de avião , a marcação da estadia para a primeira noite em Piraeus e a vontade de partir para uma ilha, bem cedo, na manhã seguinte.O bilhete seria comprado lá e para onde houvesse lugar.
Como a malinha andou perdida um dia, os planos foram alterados.
Tudo surgiu por acaso.
E o acaso foi bem bom!
Talvez uma experiência a repetir.
Um desejo que não encontra apoio no meu marido.
Por isso...talvez haja outra assim, comigo e com ela.
AMORGOS
Foi a 2ª ilha onde fomos. Uma pequena ilha das Cyclades e a mais ocidental delas todas.
Foi escolha da minha filha pois tinha uma grande vontade de visitar um mosteiro e o de Khozoviotissa parecia o ideal.
Por outro lado queríamos uma ilha sossegada pois as preocupações e o stress , tinham ficado em Lisboa.
Este mosteiro foi fundado no século XI . Fica na costa Este, relativamente perto da capital Khora e está cravado numa encosta rochosa de penhascos com cerca de 350 m de altura.
Como nos tinham dito que a melhor hora era à tardinha e que a subida custava... mas., nada melhor que estudar o mapa. Como ficava do outro lado do monte, se calhar da parte da tarde o sol não batia lá tanto. Realmente a subida era mais fácil, mas as fotos eram piores.
Era suposto abrir às 8 da manhã.
Então, estas cabecinhas pensadoiras, entenderam por bem munirem-se de um avantajado pequeno almoço que tomariam antes da abertura do mesmo e já à sua porta.
Na véspera , à noitinha, já tínhamos falado com o taxista lá da zona e pedido que nos fosse buscar às 7.30 H.
Ele quis confirmar a hora. Disse que estava bem!
(No outro dia percebemos porquê)
E no dia seguinte, ao chegarmos ao largo principal, lá estava ele a sair do café, com um riso de orelha a orelha.
Por entre uma estrada estreita e sinuosa, de curvas e contracurvas, sempre a descer, eis-nos chegadas à base do penhasco. Custo: 5 €.
Havia lá 4 carros. Pensámos: não fomos as primeiras!
Realmente já lá havia 2 miúdos sentados num banco junto ao portão de ferro que se encontrava fechado. Os carros deviam ser dos padres que estão no convento. (3 padres que podem sair e um monge em reclusão), pois visitantes eramos só nós.
Ora bolas! O melhor mesmo é tomarmos já o pequeno almoço .
É que afinal o mosteiro só abria às 9 e o malandro do motorista bem nos podia ter avisado de véspera.
Havia lá um banco corrido e toca a sentar e comer.
Bem precisávamos.... e de que maneira....
Um pouco depois das 8 lá veio um jovem mais velho que os outros. Abriu a porta. Começamos a subir.
Mas o pior é que o caminho é em degraus(embora pouco acentuados) e estilo serpentina. Tanto sobe como vira para o lado, ficando ao mesmo nível do socalco anterior e...na volta seguinte acontece o mesmo. Resumindo: sobe, sobe e quase não passa do mesmo sítio.
Isto, aliado a uma forte ventania que soprava em sentido contrário à nossa subida, ainda nos dificultava mais o percurso.
Finalmente lá chegámos.
Olhando para baixo, o caminho era curto. Junto à falésia a água azul turquesa, calma, brilhante e transparente, com uma ilhota ali bem perto, convidava-nos a um mergulho.
O Mosteiro visto assim de baixo é grandioso. Uma mancha branca, grande, imponente a destoar da rocha castanha onde estava incrustrado.
Ao vermos tantas janelas ainda julgámos que a visita seria demorada e que o nosso cansaço seria bem recompensado.
Uma entrada íngreme, numa escadaria cravada entre 2 rochas que dava acesso ao interior do mesmo.
E se na anterior, e porque não havia ninguém por perto, ainda tirei umas fotos à minha filha, nesta última nem pensar, pois havia um padre sentado num sítio estratégico a controlar o visitante.
A eles era servido: um copinho de uma bebida chamada Raki e uns doces Loukoumi.
Aí e olhando para a inclinada estrada só havia uma solução: subir a penantes. Carros nem vê-los e táxis ainda menos.
E a praia lá em baixo. ..E os planos para nos refrescarmos....Tão perto mas tão longe!
Vinha um carro a descer a serra.
Um gesto rápido da mão da minha filha e a boleia surgiu.
Uma Grega, descendente de Italianos, com uma criança pequena, num carro alugado.
Vai de ajudar a senhora na descida para a praia . A nosso cargo ficaram os sacos do l
anche e a tralha da criança: barco, pá, balde, etc...etc...
Á medida que a grande escadaria ia chegando ao fim éramos agradavelmente surpreendidas.
Primeiro uma igrejinha branquinha
Nadando um bocado, tínhamos uma visão mais ampla do mosteiro que havíamos visitado. E que vista! soberba!
Era Ágia Anna
O calor apertava!
O banho já cá cantava e havia que regressar à cidade.
Horário da camioneta: dali a meia hora.
Abancamos numa pequenita esplanada a beber uma água fresquinha enquanto saboreavamos uns gelados.
........e pensavamos, encaloradas:
"Se apanhassemos boleia para cima..."
" Bem, bem....isso era sorte a mais"...
"Olha ali uma senhora sózinha...."
E assim apanhamos a 2ª boleia do dia.
Depois, tivemos a certeza que é muito fácil apanhar boleia nas Ilhas.
Porque: não só ali mas...
E, contra tudo o que nunca pensamos fazer, nessa mesma tarde um casal de Franceses tornou-se nosso motorista, num outro ponto da ilha, num percurso descendente de cerca de 1.5 km.
No centro de Khora apanhamos a camioneta para Egiáli.
(Esta está considerada como a melhor praia da ilha).
Enquanto conduzia, ou comia gelado, ou atendia o telemóvel, ou...cantava ao som da música .
( A simpática figura do motorista e os ornamentos da sua camioneta:artigos religiosos, bonequitos e nem sei mais o quê).
Só posso dizer que Amorgos é uma ilha tremendamente repousante.
As praias são boas. As pessoas muito simpáticas.
Ao fim de 2 dias naquela zona, os residentes já nos conheciam, já nos falavam e já nos convidavam a uns momentos de descanso junto a eles.
Durante o Inverno esta ilha tem poucos habitantes. Todos se conhecem. É como se fossem uma grande família. Talvez como nas zonas do interior do nosso país em que todos são primos e primas.
E, para finalizar esta longa "escrita" e para atestar o que referi, aqui vai um epílogo feliz.:
A nossa saída, EM GRANDE de Amorgos:
O ferry para Naxos saía às 7 horas de Katapola.
De Khora até ao porto são uns 5 Km.
A dona da residencial prontificou-se a levar-nos lá.
Ás 6.15h ía-nos buscar o irmão dela.
Tudo correu bem até ao momento em que, chegadas a Katapola, a minha filha (já depois do senhor ter arrancado com o carro encosta acima) se lembrou que tinha deixado a mala com a documentação , a máquina fotográfica, etc....em cima da cama.
Pânico!
A correr que nem uma doida, procurava um taxi. Não havia nenhum aquela hora.
Um senhor que havia saído de um carro, acompanhou-a ao café para telefonar para a residencial.
O dono do café fez a chamada e não cobrou dinheiro.
Disse que esperassemos que o sr...não sei quantos já nos trazia a mala da minha filha.
Estava na hora do barco partir e nem mala nem o senhor apareciam...
Passaram 5...7 minutos e lá vem o carro a uma velocidade louca.
O homem vinha ofegante!
Entrega feita e corremos para o barco. Entrámos.
Arrancou !
Tinha esperado por nós!
É que, o tal senhor a quem a minha filha havia primeiro inquirido, era tripulante do barco.Conhecia os donos da residencial e tinha a certeza que, mais minuto menos minuto, a carteira nos seria entregue.
Por isso não arrancou sem nós, mesmo tendo um atraso de quase 10m.
Vantagem de todos se conhecerem, todos se estimarem.
Havia de ser em Santorini, por exemplo....
Compravamos outro bilhete e era se queríamos ir,.... no dia seguinte, pois então!