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AGRADEÇO
TURBOLENTA
Nem mesmo em criança achava demasiada graça ao Carnaval.Talvez pelos grandes banhos com que as bisnagas das outras crianças me presenteavam . Por isso, raramente me mascarava e o certo é que até os meus filhos parece que têm alergia a esta época.Moro numa terra em que é hábito haver corsos.
Este ano os carros estacionados aqui na zona eram tantos, o tempo estava soalheiro e ...porque não ir dar uma espreitadela?E como a televisão não se interessou pela "brincadeira" aqui da zona, acabei por dar uma saltada ao recinto do desfile.Mas, como sou alérgica a grandes multidões, optei por ir apenas quando faltava 1 hora para o final das festas.Perguntam-me se gostei?Há sempre algo que nos faz rir por uns momentos.Achei diferente dos outros anos. Talvez um pouco melhor a nível do desfile de figurantes a pé. Os carros alegóricos, esses eram bastante simples.Pois.... é que em tempo de crise não se pode gastar muito dinheiro em enfeites para os tractores.Aqui ficam algumas imagens:
Dando certos ares do Carnaval Carioca...
Até o Presidente da Câmara entra "nesta onda" com uma sátira às bailarinas do Moulin Rouge de Paris.
E para quem não sabe, o nosso Presidente é o senhor de calças de ganga claras e com a estola cor de rosa ao pescoço. Este ano foi o treino....para o ano, com a prática ...isso é que vai ser sambar, Sr.Presidente! Gostei desta participação!lol lol
Descansando à sombra da Torre Eiffel
E logo atrás uma representação da famosa Disneyland e nada melhor que os engraçados Rato Mickey e o Pateta.
A festa acabou ! Aqui... no "parque de estacionamento" junto à Câmara Municipal.
Para o ano há mais.
Este ano o tema era: Europa. O que será para o ano? A ver vamos!
Peço desculpa pelo pouco tempo disponível para publicar postagens e pela ausência nas vossas visitas. A pouco e pouco, parece-me, que vou conseguindo arranjar um pouquinho mais de tempo. A quem me perguntou pela evolução da saúde da minha mãe, eu respondo que está um pouco melhor.Pelo menos já não está sempre no quentinho da casa.E embora esteja "perra", mas a fisioterapia vai,certamente, dar os seus bons frutos.
Já referi que isto de estar sempre em casa é muito mau. A vida tão parada tem sido pouco benéfica,pois tudo quanto se come é transformado em calorias. Por isso, a alimentação cá em casa nem sempre é a mesma para toda a gente à mesma refeição. Uns preferem peixe, outros adoram só a carne e outros há que comem de tudo....tudo quanto vem à rede é peixe! Abençoadas bocas! E eu, a cozinheira de serviço, a motorista, a empregada doméstica e dama de companhia, lá vou tentando dar o meu melhor.
Então, um destes dias passou-me pela cabeça alterar um pouco a receita dos tradicionais filetes. Não os queria fritos.
FILETES DE LINGUADO ESTUFADOS COM MOSTARDA Ingredientes: Filetes (temperei com bastante limão , alho e um pouco de ervas aromáticas e deixei ficar um tempo a marinar - não pus sal nenhum) Num tacho anti esturro deitei uma colher de azeite, cebola em rodelas finas, um tomate sem pele bem maduro e deixei alourar. JUntei de seguida o peixe e deixei estufar, lentamente de um lado. Virei de seguida e deixei cozinhar. Em estando cozido "esfreguei" um pouco de mostarda em cada fatia de peixe.
O Acompanhamento foi arroz com cenoura ralada (colocada mesmo quando o arroz estava quase cozido) e uma salada de alface. Ralei grosseiramente a beterraba e juntei quadradinhos de maçã reineta.
Os levantamentos feitos com cartões de qualquer outro banco , quando efectuadas nas máquinas da rede interna do BPN e identificadas como NETPAY (não Multibanco), dão origem a pagamento de comissões.
Este tipo de levantamentos funciona como Cash-Advance e, como tal, implica um pagamento que é cobrado pelo banco a que se refere o cartão introduzido na máquina. Assim, quem tiver um cartão, por exemplo do BES, pode levantar em ATM`S situadas em qualquer balcão do BPN, desde que as caixas onde se faz o levantamento estejam identificadas como ATM.
APENAS são cobradas comissões se esses mesmos levantamentos forem feitas nas tais máquinas internas e identificadas como NETPAY.
Já sabia, mas nada como ver com os meus próprios olhos. Precisava mesmo de algo diferente para me fazer sorrir (ou talvez não).
A minha opinião é que é uma campanha publicitária completamente disparatada e inoportuna.
Feita sob encomenda da Região de Turismo dos Açores para publicitar as potencialidades daquela região e assim incrementar o Turismo nas Ilhas.
A acção tem como fim, não aumentar o número de turistas mas sim incentivar a que eles gastem mais dinheiro durante a sua permanência. Actualmente geram uma receita anual de 50 milhões de euros.
Até dia 25 os Açores “vieram a Lisboa”.
Assim, quem nunca para lá viajou, ao passarpela
Praça dos Restauradores pode admirar um campo de golfe com tudo a que tem direito: relva, bolinhas, bandeiras e carrinhos de transporte .
Má propaganda…. Então será preciso pagar um bilhete ida e volta que custa entre 300 a 350€ para ir ver os campos de golfe Açoreanos, quando basta ir, por exemplo, ao Algarve?
Praça de Entrecampos: repleta de hortenses
Por cá também há muitas, embora para as ter daquele azul tão forte tenhamos de lhes dar um suplemento especial.
Praça do Saldanha: transformada num grande oceano azul com baleias.
Neste ponto bateram o Continente…por enquanto elas não andam por estes lados.
Boa propaganda!
Praça de Espanha: transformada num campo de pastorícia com uma rede à volta e 10 vacas em 3 zonas diferentes do relvado daquela movimentada praça.
Desgraçadas das vacas!
Das vacas não.......das bezerras (estas informações foram dadas à imprensa depois da sua colocação naquela artéria lisboeta) pois, como explicaram, se fossem vacas leiteiras tinham de ser ordenhadas diariamente....
Tinha sérias dúvidas que elas fossem mesmo oriundas dos Açores.(Afinal já li que tinham vindo de uma herdade da Moita e que, habitualmente, costumam pastar junto a uma estrada).
Pensei que, se tivessem vindo dos Açores, as pobrezinhas ao regressarem à pacatez das ilhas devessem ir completamente malucas de tanto barulho e stressadas quanto baste.(Afinal do mal o menos, pois estão habituadas a barulho e poluição).
Pois:
- É uma das zonas mais movimentadas, mais poluídas e mais barulhentas da capital.
- Por cima, de 2 em 2 minutos passa um avião a caminho do aeroporto.
- Na estrada é o que se sabe: uma autêntica sinfonia de buzinadelas principalmente à chamada hora de ponta.
- Depois, aquela relva não é nada comparável às pastagens a que estão habituadas.
- Em compensação têm “uns estábulos” repletos de ração- ou palha- que são um mimo! Todos modernaços, plastificados e cor de laranja, para se destacarem bem no verde da relva.
- Estão lá há 3 dias e o desespero é tanto que estão fartas de rapar, pois a relva , em alguns locais , já deu lugar a um autêntico lamaçal.
Mas, cá para mim, tenho outra versão do verdadeiro motivo do seu aparecimento naquela zona:
Como nunca mais se entendem quanto às quotas da produção leiteira nos Açores e para não terem de o deitar fora(como já foram obrigados devido às normas comunitárias) e como por lá as vacas são mais que muitas, optaram por nos enviarem algumas à experiência.
Se produzirem bem, cedem-nos uma quota de 50% do leite produzido.
Assim, podemos dar início a uma nova marca de lacticínios e, por isso, aumentar um pouco a nossa mísera produção industrial neste sector.
Elas vieram de avião (imaginário, claro, pois são de POrtugal Continental)
E como já não havia vaga neste hotel da Praça de Espanha
Por isso ficaram por aqui........à espera de regressarem à sua terrinha.... Isto se a TAP ou SATA tiverem vaga, claro está!
Decididamente Janeiro é, todos os anos, o meu mês do azar.
Não são 1, nem dois, mas sim 3 os doentes cá em casa. Todos com uma valente gripe. Quando resolvem todos tossir, parece uma sinfonia. Ataques de tosse nocturna constante para os quais parece não haver medicamentos compatíveis. Pelo menos, das várias receitas nada parece resultar. Chegar à noite e entrar na cama é um tormento, pois mal começo a aquecer lá vêm os malditos ataques de tosse. Neste fim de semana o hospital não ficou sem a nossa visita.
E o problema do ano passado agravou-se.
Talvez estejam lembrados da doença da minha “velhota” que vos contei o ano passado, mais ou menos por esta altura do ano. Lá recuperou um pouco, mas a pouco e pouco vem andando cada vez com mais dificuldade. É um problema para se levantar, para se deitar, virar na cama e também para se deslocar. Além da muito fraca mobilidade não consegue quase calçar quaisquer sapatos. Ora isto ocasiona que a mobilidade fique reduzida ao mínimo possível e, por este andar, pouco falta para não sair de casa. O pior é se vai mesmo à cama.
A juntar a isto o facto de não ter falta de apetite e, como tal, vê-se engordar de dia para dia. Se damos menos comida até parece que a queremos matar à fome. Não compreende que ingerir menos comida seria muito benéfico para o caso dela, pois não despende qualquer tipo de energia e tudo quanto come se transforma em gordura. Mas vá lá fazer-lhe ver isso...
Por isso, prevejo grandes futuros trabalhos para mim. A ver vamos como vai ser, o que posso ou devo fazer neste sentido…que rumo dar a este caso.
E como este tempo frio também só piora a situação, acomoda-se, passa o dia sentada e só se levanta para comer, ir à wc e para dormir. O pior mesmo de tudo é que , fisicamente, também não me encontro nas melhores condições para pegar nela (um peso morto) e a mudar daqui para ali. Isto vai mal. Não sei o que me espera. Só peço a Deus que o tempo melhor, a ver se reinicia a fisioterapia novamente, senão, lá se vai a mobilidade dela e então é que é mesmo o cabo dos trabalhos.
Resta-me esperar e acreditar em melhores momentos.
sábado, dezembro 27, 2008
Eu não fiquei empanturrada com a comida (e doces e fritos e....e....do Natal)... Eu não fiquei a aquecer-me, sentadinha à lareira. Eu não fiquei aqui sentadinha ao p.c. Eu.... Vou ali (?) e já venho! Ano Novo Vida nova! Vou tentar entrar com o pé direito, com alguma animação e bastante distracção. E Entre o ir e o voltar....há o viajar!.... Voltarei! beijinhos para todos(as) BOM ANO NOVO
O Pai Natal é para muitos ( e principalmente para as crianças) um símbolo de Natal. A Árvore de Natal é o delírio da pequenada. Quem não gosta de ver as luzinhas a brilhar, dando ainda mais cor aos enfeites da mesma?Para todos (mas principalmente para os mais pequeninos) eu desejo que este Natal vos traga muitos presentes .Também gostaria de desejar muita saúde e paz. E porque não...tudo quanto desejarem?
Mas para mim o Natal significa também o nascimento do Menino Jesus. Por isso eu faço todos os anos o presépio.E se em tempos passados o fazia bem grande, com muitas figuras, musgo e raminhos de árvore , a verdade é que o tenho simplificado. Adoro presépios.Então, tenho alguns com os quais nesta época enfeito a minha casa. Este ano estão assim:
Só que o meu Pai Natal , este ano, anda muito forreta! Desculpa-se com a crise.... Diz que o buraco da chaminé está tapado com o exaustor e que ele não consegue lá passar com embrulhos grandes... Que até a árvore de Natal de Lisboa está mais pequena!... Que... Que... Que... Pronto!...então eu vou ali embrulhar mais umas prendinhas!
Já tinha perguntado se este ano aqui a minha “aldeia” não fazia o presépio.
Costumava ser frente ao edifício da Câmara Municipal e este ano ele não estava lá.
Alguém me disse: ai isso é que fizeram! Está no Parque da Cidade!
Fui.
Lá estava ele!
Todo iluminado e com figuras grandes. Era de noite e não vi bem… Então voltei de dia para me certificar se”aquela família” era realmente tão feiosa como me pareceu de véspera. Ora aqui fica a fotografia.
A Sagrada Família teve direito a ser fotografada em pormenor.
Nem isso os fez rir para ficarem melhor na foto…..Estavam tristes…
A vaquinha e o burrinho lá estavam a aquecer o Menino nas palhinhas deitado
Animem-se, se faz favor….disse-lhes eu:
Os 3 Reis Magos estão a caminho e trazem-vos ofertas de ouro, incenso e mirra.
Já estão perto.
E logo atrás dos Reis, a brincar em cima da relva lá estava uma criança pastora e um cabritinho a saltar-lhe para as costas.
Então, eu avisei-o:
Sai daí menino… não vês que cheira mal por esses lados? Olha que o ribeiro está sujo e a precisar de ser limpo. Cuidado com os mosquitos!
E foi então que ele, sorridente, me respondeu com ar maroto:
Ah! Então, se calhar isso acontece porque os repuxos estão quase sempre desligados…..assim a água não sai... mas sabe…. Se eles estivessem sempre ligados, e com este vento todo, eu não podia estar aqui a brincar com as minhas ovelhinhas porque me molhava todo!
E que havia eu de dizer? ………………………..
Bem, a verdade é que está diferente do habitual.
Está inserido num local aprazível.
De noite está bem iluminado . (quando fui no fim de semana os repuxos , iluminados,estavam a funcionar) . Assim sim, vale a pena ver o Parque da Cidade e o nosso Presépio.
Mas também não está central .Nem toda a gente passa diàriamente neste local. A mim tinha-me passado despercebido,pois não vou muito para aquelas bandas.
(foto:tirada Lisboa- Elevador de Santa Justa 11.11.2008)
EUROMILHÕES
Ganhei!
Ganhei!
Finalmente!
Há tanto tempo que esperava por este momento.
Agora já posso dar “andamento” a alguns dos meus sonhos.
E qual o destino a dar a este dinheiro?
Um carro novo…. Uma grande viagem….
Estes são os desejos de todos quantos ganham concursos, lotaria ou qualquer outro jogo da Santa Casa ou de Casino.
Comigo é diferente: pensei em arranjar um grande terreno e criar todas as infra -estruturas para fundar um Lar para a 3ª idade. Seria diferente daquelas casas onde os velhotes são, na maior parte das vezes, deixados sem o mínimo de condições, sem assistência médica e sem carinho, enquanto que os familiares pagam balúrdios para eles serem tão maltratados.
Gostaria que fosse algo muito pessoal, muito humanizado, onde eles se sentissem tal como em casa, onde cada um pudesse ter as suas próprias coisas, tomar conta do seu tempo como quisessem.
Uma grande quinta com pequenas casinhas individuais com jardins e muitas árvores e flores à volta.
Onde pudessem receber as suas visitas sem horários pré definidos. Onde cada pessoa tivesse o seu quarto com casa de banho privativa, uma salinha de estar e uma varanda onde pudessem apanhar sol. (Para os menos idosos e que estivessem no pleno uso das suas faculdades, poderia haver ainda uma kitchenet e uma zona de refeições).
Este lar não teria escadas nem degraus que os idosos não pudessem subir.
Eles seriam tratados como reis e pagariam um preço justo por estes serviços.
Entretanto: e para mal de todos nós (de mim e dos idosos) acordei.
Foi um sonho lindo. E fiquei com pena, muita pena que não passasse disso.
Não tenho dinheiro suficiente. Por isso não poderei construir um Lar.
Por isso neste Natal não conseguirei dar grande ajuda aqueles que muito precisam.
Resta-me passar um Natal igual a tantos outros.
Com as mesmas pessoas. Nos mesmos locais. Fazendo as mesmas coisas de anos anteriores, tal como se de uma rotina se tratasse.
Sei que nessa festa da família terei de ser a cozinheira de serviço: Bacalhau, polvo, cabrito, perú, bolo rei, tronco de Natal, azevias, filhós, sonhos, rabanadas, beignetes, pudim, frutas, frutos secos, champanhe…. Enfim….um rol de iguarias que todas juntas….bem…..só espero mesmo que ninguém fique mal disposto….
E onde estão os mais idosos neste meu cenário natalício?
Sentados à lareira, o mais confortavelmente possível, com uma mantinha de lã sobre os joelhos, enquanto batem dois dedos de conversa com os netos e amigos, olhando de soslaio para a televisão, ou então…..batendo uma soneca com os pés bem quentinhos.
Mas…
Decididamente o Natal já não é o que era.
A partir do momento em que os Pais Natal já se vestem de verde…
tudo pode acontecer!
Até eu ganhar o Euromilhões e poder construir o tal Lar.
Já me parece ter contado a maior parte das histórias que me lembro dos tempos de criança.
Umas, plenas de inocência… outras… cheias de patifarias… Umas acompanhada (na maior parte das vezes pelos “santinhos” dos meus primos)… outras sózinha.
Mas esta nunca a contei pois achava que era “estupidamente tão inocente” que ninguém, nos dias de hoje, iria tomá-la como verdadeira.
Mas o certo é que isto passou-se mesmo e creio que pela mesma altura em que deixei de acreditar no Menino Jesus e nas prendas que ele me deixava.
Então:
Porque não tenho um irmão…….
Por 2 motivos:
1º- Queria um irmão mas tinha de ser mais velho.
2º - O avião não acertou na janela.
Eu explico:
Naquele tempo diziam-nos que os bebés vinham de avião… de França…
Então, e como eu andava sempre a chatear a minha mãe a pedir-lho, ela um dia disse-me que um avião mo havia de trazer.
Um belo dia estava eu à janela do quarto e vejo vir um avião, que me pareceu mais baixo que o normal. (a casa onde morava ficava na rota deles) .
Desatei a correr pela casa fora e a gritar: “ó mãe!...ó mãe….vem aí o meu mano….”
Mas enquanto eu fui dar a novidade no interior da casa, o malandro do avião não atinou com a janela….
Talvez uma grande parte dos turistas “descubram” este local primeiro que muitos alfacinhas.
Ele faz parte dos locais a visitar em Lisboa e raramente lá vamos sem encontrar os turistas de mapa na mão e entusiasmadíssimos com o que vêem.
O Mercado da Ribeira está para Lisboa como o do Bulhão para as gentes do Porto.
No r/c funciona o mercado e se subirmos ao andar de cima podemos encontrar um restaurante ("A comida da Ribeira") numa parte e noutra há muitas vezes concertos à noite ou em determinadas épocas, pequenas exposições ou vendas ocasionais.
O edifício é bem antigo, espaçoso e alberga bonitos painéis de azulejos.
No r/c fica o mercado.
Muito de tudo: Peixe, carne, fruta e flores. Os preços são convidativos. A variedade é grande e os produtos sempre frescos. Há também produtos biológicos.
No 1º andar: restaurante.
Aqui e em frente a entrada para o tal sítio dos concertos, etc....
No dia em que lá estive havia uma feira de livros e produtos artesanais.
É ver os turistas de mapa na mão à procura, nos expositores, de prendas tipicamente portuguesas para levarem para os amigos.
Casualmente também lá fui espreitar . Há coisas para todos os gostos e preços.
E, claro que almocei no restaurante, que tem serviço de buffet .
O Restaurante chama-se: Comida da Ribeira.
Mais palavras para quê?
Nota de Março 2012:
Tanto quanto sei o serviço do restaurante já não é tão exemplar quanto era na data em que escrevi este post.
O preço aumentou bastante.E a qualidade deixa a desejar.
Mas sugiro outra opção para se tomar uma agradável refeição, ali bem perto, num local simples, despretencioso mas muito agradável:
O café/restaurante do MUSEU DAS COMUNICAÇÕES:
rua do Instituto Industrial 16
(esquina com Rua D.Luis I)
A comida é bem confeccionada e pode escolher um pouco disto e daquilo, fazendo assim o prato conforme o gosto da pessoa.
A comida é servida pelo Restaurante A CASA DA COMIDA, o que à partida oferece garantia de comida confeccionada quase no momento.